Sua tosse não para: será que você está com sinusite?

Pareja-Artigo e vídeo. 21/08/2020 09:10 Relatar

Na sinusite normalmente a história é de uma gripe ou resfriado que 'não sarou'. Depois de muitos dias esperando uma melhora, persistem vários sintomas; entenda

Na última coluna abordei a tosse aguda. O assunto é tão extenso que achei melhor dividi-lo. Nesta semana tratarei de tosse  subaguda e na próxima coluna, finalmente, da tosse  crônica.

Por definição a tosse aguda dura menos de 3 semanas; a subaguda, de 3 a 8 semanas; e a tosse crônica, mais de 8 semanas.

causa mais comum da tosse subaguda é a tosse de origem infecciosa, consequência do  processo inflamatório e lesão da mucosa de revestimento das vias respiratórias, decorrente de processo infeccioso prévio, na maioria das vezes virótico, como anteriormente abordado.

 

A drenagem de  secreção oriunda do  nariz seios da  face e o refluxo de suco gástrico são gatilhos comuns da tosse. 

Na sinusite normalmente a história é de uma  gripe ou  resfriado que “não sarou”. Depois de muitos dias esperando uma melhora, persistem peso ou dor na cabeça, dor ou pressão facial, nariz entupido, alterações do olfato (que também podem ocorrer por muitas semanas na  COVID-19), secreção catarral pelo nariz ou ao tossir. Alguns pacientes queixam-se também de desconforto ou pressão nos dentes, pressão os ouvidos e mau cheiro no nariz. O tratamento da sinusite nesses casos pode exigir o emprego de antibióticos e corticóides.

Na contramão da viroses, destaco uma de origem bacteriana que não raramente é motivo de visita aos consultórios médicos, mas que por sua evolução e nuances características pode passar despercebida: a Coqueluche.

 A  Coqueluche tem taxa de transmissão tão alta, hoje muito conhecida como “R zero”, em pessoas não vacinadas que nos tempos antigos qualquer coisa que virasse moda, “viralizasse”, era chamada de “Coqueluche”. 

Uma pessoa contaminada pela bactéria de nome difícil, , pode provocar de 12 a 17 novos casos, o que nos remete à importância da vacinação para prevenir essa e outras doenças.

Como praticamente todas as doenças infecciosas, a primeira fase desta doença, a de incubação -intervalo entre o contato como agente infeccioso e a manifestação da doença, dura de 7 a 10 dias, mas pode chegar a 42 dias!

A segunda fase, conhecida como catarral, dura de 1 a 2 semanas e a tosse “cheia” produz, tal qual uma gripe ou resfriado, saída de secreção. Depois disso é um tossir sem parar, na chamada fase paroxística, que dura de 1 a 6 semanas mas podendo se estender  a assombrosas 10 semanas. E a tosse pode ser tão intensa e constrangedora, fora de controle, a ponto de gerar fraturas nas costelas, incontinência urinária e distúrbios de sono!

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