Deputado que comprou briga com músicos é noivo de Amanda Richter e sócio de produtora de shows que negocia lives de pagodeiros

Filomena 11/05/2020 02:43 Relatar

O deputado federal Felipe Lyra Carreras (PSB) comprou uma briga com compositores, cantores e músicos no país inteiro. Até a última semana, ele era pouco conhecido pela classe artística apesar de ser noivo da atriz Amanda Richter, com quem está desde agosto de 2018.

Carreras é o responsável pela emenda à Medida Provisória 948, que trata do cancelamento de serviços e de eventos dos setores de turismo e cultura em função da pandemia do coronavírus e propôs mudanças no sistema de pagamento de direitos autorais ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), que trariam ônus aos artistas, incertezas do pagamento de direitos e transferiria para eles a responsabilidade financeira que hoje é de produtoras e empresas contratantes.

O curioso é que o deputado tem como um dos sócios o empresário Augusto Acioli, que aparece como dono da Festa Cheia, empresa de eventos em Recife, que no momento está negociando as maiores lives de samba do país.

A empresa promoveu as lives de Dilsinho, Ferrugem, Thiaguinho, Alexandre Pires e Belo entre muitos. Além disso, ela é responsável pelo evento Samba Recife, um dos maiores do país. Em grande parte deles, Carreras esteve presente com a noiva, Amanda — que chegou a fazer novelas na Globo, como “Gabriela”, e hoje também atua em sua própria produtora de vídeos —, onde posou muitas vezes com cantores famosos, como Jorge Aragão e o próprio Dilsinho, que gravou um vídeo contra a emenda do deputado.

A Festa Cheia existe desde 2004 com capital social de R$ 50 mil. Há quatro anos, o Ministério Público de Pernambuco abriu um inquérito para investigar suposto favorecimento de Felipe Carreras à sua própria empresa em 2014. O inquérito seria referente ao financiamento do festival privado Olinda Beer contratado pela Secretaria de Turismo Esporte e Lazer (Setur) e a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).

Na época, Carreras disse que deixou a empresa em 2013, antes de tornar Secretário de Cultura de Pernambuco. Mas o nome dele ainda consta na sociedade. De acordo com o MPPE, no período dos contratos investigados, Parreras teria mantido na diretoria jurídica da Empetur uma pessoa ligada à sua antiga produtora.

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